Roguelike - Parte 1 - The Beginning

Hoje resolvi escrever um post no blog sobre desenvolvimento. Faz bastante tempo que não faço isso e acho que é uma das coisas que me motiva pra continuar fazendo meus projetos pessoais.

Como esse será o primeiro post dessa série sobre esse jogo específico, vou antes falar um pouco de como decidi fazer esse jogo.

Em 2015 comecei a desenvolver jogos em Unity pra valer, graças a um projeto da Supernova Games chamado Rogue Hearts (Que acabou sendo postergado/cancelado): Rogue Hearts Alpha (Facebook)

E por conta disso, acabei conhecendo um joguinho chamado Cardinal Quest 2, que era usado como uma das inspirações para o projeto:

http://cardinalquest2.com/ (Sério, se nunca jogaram, baixem agora! Tem pra iOS e Android. Então, sem desculpas!)

Roguelikes em geral são um dos meus gêneros favoritos de jogos, e por ser um jogo com uma boa usabilidade mobile, Cardinal Quest 2 está no topo da minha lista de jogos da sua categoria para serem jogados em celular!

Para conseguir se tornar um jogo mobile, ele acabou simplificando diversos aspectos que tornam um Roguelike um Roguelike. Por conta disso, começaram a chamá-lo de “Roguelite”. É um jogo que não tem muito conteúdo, a aleatoriedade é bastante controlada (algumas áreas chegando a mudar quase nada), e tem estratégias de jogo bem limitadas.

Voltado ao Rogue Hearts… Naquele mesmo ano de 2015, eu fui para um evento grande da Unity chamado Unite Brasil, que aconteceu junto com o SBGames, onde fomos apresentar o jogo que estávamos desenvolvendo. Fiz uma postagem no meu blog sobre isso, que pode ser vista aqui:

http://busta.com.br/post/2015/11/14/fim-viagem-unite-sbgames/

Nesse evento foram apresentadas várias features da Unity que estariam disponíveis em early access, como o editor de Tiles e várias outras melhorias para o desenvolvimento de jogos 2D em geral!

https://blogs.unity3d.com/pt/2015/04/24/early-access-to-new-2d-tools/

Isso reacendeu minha vontade de criar meu próprio Roguelike. E como o Cardinal Quest 2 foi o jogo com a melhor usabilidade (Em termos de controle, coisas que você consegue ver na tela, tamanho dos elementos e interface), eu resolvi utilizá-lo como parâmetro para saber se meu jogo está indo no rumo certo.

De lá pra cá vim fazendo anotações na minha pasta de GDDs do Google Drive para não perder as ideias que iam surgindo de como esse jogo poderia ser. E agora, com a Unity 2017.4 tendo ~quase~ todas as features necessárias para o andamento desse projeto, resolvi dar continuidade.

E como eu disse ~quase~, uma das features que me faltou foi a de Pixel perfection. Isso eu vou explicar em mais detalhes no próximo post do blog (Roguelike Parte 2)!

PS: O Dev Blog do desenvolvedor do Cardinal Quest 2 é excelente também! Recomendo quem curtir acompanhar o andamento das coisas a dar uma olhada: http://wootfu.com/category/cardinal-quest/

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